terça-feira, 29 de junho de 2010

Uma parte da cidade.


Depois de dois anos de criação do programa Goiânia Coleta Seletiva da prefeitura municipal de Goiânia, ainda se pode ver muitos coletores de matérias recicláveis nas ruas da capital. O projeto inicial foi desenvolvido, entre outros, para gerar uma fonte de renda e um pouco mais segurança no trabalhão dos catadores. Mas muito se falou e pouco se fez!

Uma pesquisa realizada pelos gestores ambientais Alexander de Araújo e Lourivan da Silva em 2008 relata a existência de três mil e 500 pessoas, destas, 64% moram de aluguel, 55% têm três filhos ou mais, 39% são analfabetos, 65% recebe um salário ou menos, e 69% são a tração do carrinho.

A Classificação Brasileira de Ocupação (CBO) reconhece a profissão no Brasil, entretanto ela ainda não recebe atenção necessária. Segundo informações do Movimento Nacional de Catadores de Materiais Recicláveis (MNCR), 60% do trabalho no país todo é realizado pelos coletores e ainda assim eles vivem em condições subumanas nos depósitos, nas ruas e como péssimos salários que gira em torno de 140 reais.



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