Depois de dois anos de criação do programa Goiânia Coleta Seletiva da prefeitura municipal de Goiânia, ainda se pode ver muitos coletores de matérias recicláveis nas ruas da capital. O projeto inicial foi desenvolvido, entre outros, para gerar uma fonte de renda e um pouco mais segurança no trabalhão dos catadores. Mas muito se falou e pouco se fez!
Uma pesquisa realizada pelos gestores ambientais Alexander de Araújo e Lourivan da Silva em 2008 relata a existência de três mil e 500 pessoas, destas, 64% moram de aluguel, 55% têm três filhos ou mais, 39% são analfabetos, 65% recebe um salário ou menos, e 69% são a tração do carrinho.
A Classificação Brasileira de Ocupação (CBO) reconhece a profissão no Brasil, entretanto ela ainda não recebe atenção necessária. Segundo informações do Movimento Nacional de Catadores de Materiais Recicláveis (MNCR), 60% do trabalho no país todo é realizado pelos coletores e ainda assim eles vivem em condições subumanas nos depósitos, nas ruas e como péssimos salários que gira em torno de 140 reais.


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